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Case Studies in Innovation

  • 3 de jun.
  • 2 min de leitura

Crédito foto: Pixabay
Crédito foto: Pixabay

A imagem do inventor iluminado por uma boa ideia ainda domina a forma como falamos de inovação. Ela atrai, mas leva a uma leitura equivocada. Quem acompanha de perto a trajetória de quem constrói algo novo percebe que a ideia é só o começo. O que sustenta o caminho entre a intenção e o resultado é outra coisa: a capacidade de ler oportunidades, de combinar o que já existe de um jeito diferente e de manter princípios claros quando tudo empurra para o lado mais cômodo.


A percepção de oportunidade não é sorte. Ela vem do repertório que você acumula ao longo da vida. Dois gestores podem olhar para o mesmo dado de mercado e enxergar coisas distintas, porque um deles carrega experiências que o tornam sensível àquele sinal. Inovar, nesse sentido, raramente significa criar do zero. Significa conectar peças disponíveis de uma forma que ninguém havia formulado, como unir uma tecnologia já existente a uma necessidade concreta que ela poderia atender.


Para quem lidera, o ponto mais prático está nos princípios orientadores, que funcionam como filtro de decisão. Quando a empresa define com clareza o que está tentando alcançar, fica mais fácil recusar caminhos que parecem atraentes no curto prazo mas que desviam do propósito. Foi assim com quem abriu mão de capital de risco para não perder o controle sobre o foco do negócio, e com quem adotou uma meta agressiva de redução de custo para eliminar opções tecnológicas inviáveis. Os princípios não atrapalham a execução, eles a mantêm coerente.




Imagem por https://pixabay.com/ - CC Creative Commons

 
 
 

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