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How First-Time Managers Can Make the Successful Jump to Leadership

  • 15 de mai.
  • 1 min de leitura

Crédito: Anna Tarazevich – Pexels
Crédito: Anna Tarazevich – Pexels

A passagem de colaborador individual para gestor de equipe é tratada como a transição mais exigente da carreira profissional — e os dados sustentam essa avaliação: cerca de 20% dos gestores de primeira viagem são avaliados negativamente por seus próprios subordinados, e quase 60% assumiram o cargo sem qualquer preparação formal. Esses números revelam não apenas uma lacuna individual, mas uma falha recorrente das organizações em estruturar essa passagem com o cuidado que ela exige.


Do ponto de vista do gestor, as principais armadilhas estão na resistência em delegar, no microgerenciamento e na tendência de centralizar entregas para ganhar visibilidade — comportamentos que comprometem o desenvolvimento da equipe e, paradoxalmente, reduzem as chances de promoção de quem os adota. A superação dessas armadilhas começa pela autorreflexão: o gestor que se conhece tem mais condições de reconhecer seus padrões, questionar seus impulsos e atuar de forma mais deliberada com as pessoas que lidera.


Do ponto de vista da organização, apoiar gestores em sua primeira experiência de liderança não é apenas um gesto de cuidado com o indivíduo — é um investimento direto na sustentação do pipeline de liderança. Líderes mais experientes têm papel ativo nesse processo, ao mentorar, oferecer perspectiva e criar condições para que novos gestores desenvolvam, na prática, a capacidade de motivar, delegar e construir equipes que um dia possam prescindir deles.




Imagem por Anna Tarazevich - CC Creative Commons

 
 
 

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