How Good Managers Bring Out the Best in Their Workers
- 20 de mai.
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A qualidade de um gestor costuma ser avaliada por métricas de resultado — metas entregues, equipes engajadas, projetos concluídos. Uma pesquisa recente, baseada em dez anos de dados de pessoal de uma grande multinacional, propõe uma perspectiva diferente: o que distingue os melhores gestores é, sobretudo, a capacidade de perceber onde cada pessoa rende mais e de agir sobre esse julgamento, realocando ativamente seus subordinados para funções mais compatíveis com seu perfil.
Os dados revelam que trabalhadores sob gestão de alta performance fazem significativamente mais movimentações laterais ao longo da carreira — dentro e entre funções — e que esse processo de realinhamento se traduz em progressões salariais mais frequentes, remuneração superior e maior probabilidade de promoção formal. O efeito cresce de forma progressiva ao longo dos anos e não se desfaz quando o trabalhador passa a outro gestor: o benefício, ao que indicam os resultados, não está na continuidade da relação, mas na reconfiguração do posicionamento profissional que a gestão qualificada viabiliza.
Para líderes e organizações, o achado reorienta o olhar sobre o papel da gestão intermediária no desenvolvimento de pessoas. Parte relevante do que chamamos de crescimento profissional não acontece em programas estruturados de desenvolvimento, mas nas decisões cotidianas sobre quem ocupa qual função, com qual nível de exposição e com que grau de autonomia. Reconhecer isso tem implicações práticas tanto para a seleção e avaliação de gestores quanto para a forma como as empresas concebem suas políticas internas de mobilidade e alocação de talentos.
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Para ler o artigo na íntegra, acesse o link: https://www.chicagobooth.edu/review/how-good-managers-bring-out-best-their-workers
Imagem por Markus Winkler - CC Creative Commons




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