Why Cross-Functional Teams Are Easier to Manage
- 21 de mai.
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A forma como uma equipe é composta tem consequências diretas sobre sua capacidade de cooperar e sobre o esforço que o gestor precisa investir para mantê-la funcionando. Uma pesquisa baseada em modelagem analítica mostra que equipes formadas por membros com habilidades complementares resistem melhor a um problema comum no ambiente corporativo: o acordo tácito pelo qual colegas se revezam na execução superficial de tarefas, mantendo a aparência de contribuição igualitária. Quando cada membro tem competências que os demais não têm, esse tipo de arranjo não encontra espaço para se estabelecer.
Equipes de especialistas com perfil similar, por outro lado, são mais vulneráveis a esse comportamento, especialmente quando o grupo tem longa convivência e alto grau de substituibilidade entre funções. Nesses casos, a pesquisa aponta que incentivos assimétricos funcionam bem: remunerar o colaborador mais produtivo com incentivos de maior intensidade reduz a atratividade do revezamento negligente para todos, pois quanto mais o melhor desempenho tem a perder, menos vantajoso o arranjo se torna para ambas as partes.
Para gestores e líderes, o achado central é que decidir como compor uma equipe é também uma decisão de governança. Não se trata de eleger um modelo superior ao outro, mas de reconhecer que cada configuração traz implicações distintas para o desenho de incentivos, o nível de monitoramento necessário e a propensão natural à cooperação. Entender essa dinâmica permite estruturar equipes de forma mais deliberada e gerir com mais precisão os riscos que cada arranjo introduz.
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Para ler o artigo na íntegra, acesse o link: https://business.columbia.edu/insights/cross-functional-teams-high-performance-motivation
Imagem por Ann H - CC Creative Commons




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