Here’s the Best Way to Onboard a Manager
- há 17 horas
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Na prática, o artigo fala de uma situação muito comum nas empresas: a organização cresce, percebe que precisa de competências novas, contrata alguém experiente e, pouco tempo depois, esse profissional vai embora. Muitas vezes, a leitura imediata é de que houve erro de contratação. Mas o texto mostra que o problema pode estar menos na pessoa e mais no ambiente que a recebeu.
Para gestores e líderes, isso faz muito sentido no cotidiano. Times antigos desenvolvem jeitos próprios de decidir, conversar, discordar e se apoiar. Quem chega depois não enxerga essas regras não escritas de imediato. Quando a empresa tenta acelerar demais essa adaptação, colocando o novo executivo em todas as reuniões, rituais e interações, o efeito pode ser o oposto do esperado: em vez de inclusão, surge desconforto.
A grande lição é que acolher bem nem sempre significa aproximar imediatamente. Às vezes, receber bem é criar espaço para que a pessoa entregue valor, ganhe legitimidade e construa relações aos poucos. Para líderes, isso exige sensibilidade: onboarding não é apenas agenda, apresentação e alinhamento de metas; é entender como uma cultura já formada reage à chegada de alguém novo.
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Imagem por Gustavo Fring - Creative Commons




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